10:30

"Você nem quis ouvir o que eu sentia, e é por isso que não deu pra te esperar. [...] pra nunca mais ouvir dizer que eu não servia pra te fazer feliz [...] E eu ainda tô aqui, e que não tem porque fugir, e quando ouvir cê vai saber que nada foi em vão, foi tudo por você."

Hoje é uma sexta, daquelas que eu devia estar bem pra sair pra uma balada qualquer, só pra não ficar em casa pensando em tudo que me atormenta, me divide e me faz bem ao mesmo tempo que faz mal. O que meu peito não aguenta é isso, as metades, o meio termo, essa indecisão. Em partes grandiosas. Tudo que começou, começou com o pé esquerdo, e aí... como é que faz.

Eu não quero me descabelar, eu não preciso, é só eu deixar tudo pra lá. Porque àquele lá, ainda é meu e eu nem sabia, ou fazia que não. Não adianta... amor é isso aí mesmo. Pés atrás, ficarão atrás se não tiverem forças propulsoras a pô-los para frente; eu não sou uma delas.

Saudade, daqui. Do que eu tinha aqui.

Textos aleatórios

09:04

Só quem pode fazer suas escolhas é você mesmo. Sim, você. Sim, quem vos fala também. Euzinha. A vida é feita delas, constantemente, segundamente, quando você dorme até quando acordas. Trás consequências com as quais você, somente você poderá lidar. Mas sem paranóias e preocupações. Pra tudo se da um jeito não é. Sempre se deu: com uma nova escolha. Ou você fica louca, ou você acredita que as coisas podem se encaminhar. Até falo pra minha pessoa: não precisa ter medo de escolher o que você quer, se amanhã der errado e não for nada disso quem nem diz Caetano Veloso, "o que eu ganho e o que eu perco ninguém precisa saber". Não tem como tudo dar errado, tem como não acontecer o que você esperava. Incrível que de alguma forma as expectativas se criem aqui dentro, mas uma coisa que eu aprendi é aprender a lidar com as surpresas de quando nada sai como o esperado, e a não se decepcionar com isso, e sim aprender também com o acontecido ou não acontecido. O futuro não pode ser pensado como um empecilho, é aquela coisa de o futuro à Deus pertence, mas quem vive ele somos nós, eu, você, fulano, ciclano, beltrano, Maria, João, Pedro, Felipe, Manuel, Carlos, Tom, André, Bruno, Fernanda (...) E eles também escolhem, também seguem caminhos que nem sempre dão onde achavam que poderiam dar. Aprendem e continuam. Ninguém vai parar no meio do caminho porque aquela escolha se mostrou com o tempo não ser a mais correta. Ali na hora ela mostrou-se ser. Temos a tendência a sermos alguém que muda ou prefiro dizer, melhora conforme o tempo, mas não precisa ser a longo prazo, pode ser amanhã mesmo. Afinal todos os dias alguém planta uma sementinha dentro da gente que faz com que voemos longe longe, feito passarinho atrás da mãe, que permite a expansão e complementação dos nossos pensamentos. Segue-se assim um ciclo, de escolhas de mãos dadas com a mudança. 

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