Pensava que era tudo que eu queria e que aquele tudo era realmente tudo. Estava errada, totalmente errada. As vezes nós erramos, normal. Normal também querer o que não é preciso e o que você consegue viver sem. Meu pai sempre me ensinou que futilidades não nos acrescentam em nada, o que temos que fazer é correr atrás do que vai nos satisfazer por inteira por mais complicado. Não podemos colocar o fútil em primeiro lugar e esquecer do que é importante. Eu esqueci, mas sabe que serviu? Aprendi que existem sentimentos fúteis também, que só existem na nossa cabeça porque nós nos fazemos acreditar que aquela pessoa é a certa e colocamos todas as fichas em cima dela. E está errado você querer tanto e depositar tanto e viver pouco em função disso. É tudo coisa da cabeça, não tem nada a ver com o coração.
Eu sei que quando a gente gosta de verdade, aquele gostar quase amar, é diferente. É tipo comer pão com margarina, cada um tem a sua função e um ajuda o outro a ficar mais saboroso. Eu sei que é assim quando a gente gosta. Não podemos viver só pensando nele ou nela, ficando triste por não ter um sinal, insistindo sendo que não é o que te faz bem, e no fundo você sabe e eu também sei que não era o que eu queria e nem o que você queria. No fundo, era uma tentativa fracassada e eu sabia. Mas eu fui, com aquele pensamento de que "ah, eu não tenho nada a perder e vai que dá certo e eu estou desperdiçando uma chance de ser feliz". Pensamento bobo, que não basta para que as coisas fluam corretamente.
Sempre gostei de ser surpreendida e sempre quem acaba surpreendendo sou eu. Queria tanto que alguém chegasse de mansinho, fosse me conquistando e tudo fosse naturalmente. Acho mais bonitinho. E eu esperava isso da pessoa que eu queria, mas que no fundo eu não queria. Parece que depois que eu fui conhecendo percebi de quem realmente se tratava. A graça foi desaparecendo e fui querendo por querer, insisti em algo banal e sem razão. Mas como eu disse, as futilidades fazem parte da vida, mas não podem ser tratadas como prioridades em hipótese alguma. Eu não precisava dele para me sentir mais amada e mais mulher. Eu queria era um amigo - namorado, ele não era isso, e eu coloquei na minha cabeça que ele era o tipo que podia me fazer feliz. Ao mesmo tempo eu não conseguia se quer inventar um momento na minha cabeça e imaginá-lo com ele. Por isso eu cheguei a conclusão que era nada mais do que um sentimento que eu inventei para que eu não me sentisse mais só. No começo eu estava atraÃda, mas depois foi desgastando e eu entrei na onda. O que nunca pode acontecer. O resultado foi esse: eu estou mais que bem resolvida, tranquila com a minha nova paixão apesar de doÃda, mas ótima em relação a vida e a tudo.
Isso serve para aprendermos que nós mesmos somos capazes de nos satisfazer e que ninguém a não ser nós somos responsáveis pela nossa felicidade.
Eu sei que quando a gente gosta de verdade, aquele gostar quase amar, é diferente. É tipo comer pão com margarina, cada um tem a sua função e um ajuda o outro a ficar mais saboroso. Eu sei que é assim quando a gente gosta. Não podemos viver só pensando nele ou nela, ficando triste por não ter um sinal, insistindo sendo que não é o que te faz bem, e no fundo você sabe e eu também sei que não era o que eu queria e nem o que você queria. No fundo, era uma tentativa fracassada e eu sabia. Mas eu fui, com aquele pensamento de que "ah, eu não tenho nada a perder e vai que dá certo e eu estou desperdiçando uma chance de ser feliz". Pensamento bobo, que não basta para que as coisas fluam corretamente.
Sempre gostei de ser surpreendida e sempre quem acaba surpreendendo sou eu. Queria tanto que alguém chegasse de mansinho, fosse me conquistando e tudo fosse naturalmente. Acho mais bonitinho. E eu esperava isso da pessoa que eu queria, mas que no fundo eu não queria. Parece que depois que eu fui conhecendo percebi de quem realmente se tratava. A graça foi desaparecendo e fui querendo por querer, insisti em algo banal e sem razão. Mas como eu disse, as futilidades fazem parte da vida, mas não podem ser tratadas como prioridades em hipótese alguma. Eu não precisava dele para me sentir mais amada e mais mulher. Eu queria era um amigo - namorado, ele não era isso, e eu coloquei na minha cabeça que ele era o tipo que podia me fazer feliz. Ao mesmo tempo eu não conseguia se quer inventar um momento na minha cabeça e imaginá-lo com ele. Por isso eu cheguei a conclusão que era nada mais do que um sentimento que eu inventei para que eu não me sentisse mais só. No começo eu estava atraÃda, mas depois foi desgastando e eu entrei na onda. O que nunca pode acontecer. O resultado foi esse: eu estou mais que bem resolvida, tranquila com a minha nova paixão apesar de doÃda, mas ótima em relação a vida e a tudo.
Isso serve para aprendermos que nós mesmos somos capazes de nos satisfazer e que ninguém a não ser nós somos responsáveis pela nossa felicidade.