Desabafo.

15:49

Tem horas que eu confio cegamente na vida. Acredito que tudo é só uma fase que por sinal está horrível. Têm aqueles notícias boas, mas nada comparada a felicidade que eu vou sentir quando eu poder exluir de vez essa parte ruim. Só que há momentos em que eu aho que nada mais vai poder me fazer feliz, porque as coisas ao invés de andarem para frente, insistem em dar o ré, e estão cada vez mais atrás e eu indo junto. Começo a desistir, fico fraca, e o úncio modo que me consola é minha cama, eu abraçada com meu travesseiro enquanto encharco o outro com o meu choro. Ninguém escuta, não gosto que ninguém fique sabendo que sou fraca, que eu estou acabada por dentro, que me falta força e que a que me resta é fictícia. São tombos e mais tombos, meu corpo cada vez mais destruído e cada vez mais no chão. Se reerguer não é fácil, eu que o diga. Já tive tarefas mais fáceis... mas todo mundo colhe o que planta. Se é assim, minha vida toda está errada, eu nem sei mais o que fazer pra agradar, pois já fiz de tudo. Enquanto eu, por mim nunca fiz. Eu mesma me larguei, e deve ser por isso, deve por isso e por mais tantas coisas... Sei lá o porque. Será que vai acabar? Esse o meu medo, de eu viver num circulo vicioso, mesmo sem querer. "Quando a gente quer a gente consegue", ora, mas nem sempre o que a gente quer a gente pode ter, e aí meu medo se torna construtivo. E disso também tenho medo. Meu sorriso de todos os dias nega que eu tenha tido noites nostálgicas, depressivas e lacrimejantes. Se eu falar, vão achar que é drama.


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