Triste loucura de ser alguém.
18:38
Para alguns, pode parecer loucura, para ele vai parecer um tremendo absurdo. Têm minímas chances dele entender. Ele até poderá entender, e pode ser que ele aceite o fato; têm também muitas chances dele falar poucas e boas para mim. Mas sabe, eu acho que ele nunca vai saber e acho que é melhor assim. Só que a voz mansa dele quando vem falar comigo... pode ser a coisa mais boba, meu coração já começa a dar sinais e eu vou gostando mais, e mais, e mais. Até parece que quando ele fala, ele transmite um recadinho e que soa no meu ouvido como "não desiste, eu te quero também". A voz dele acarinha e ele nem sabe. Mas ele deve ser assim com todos e deve ser eu quem está fantasiando.
Droga, quando a gente ta apaixonado, a gente fica assim!
E quando ele fala mansinho bem pertinho de mim e depois me dá um beijo no rosto? A compostura que me sobra desaparece em frações de milésimos, nem são segundos. São tantos os efeitos que ele me causa, que hoje eu quase chorei depois que me despedi dele. Perco toda a noção, fico com vontade de agarrá-lo, beijá-lo ali mesmo e me declarar. NÃO POSSO. Não devo. Preciso descartar essa hipótese. Por quase chorar, sumiram-me todas as palavras e só saíram sílabas sem sentido algum, risadas de canto, viradas de lado com a cabeça e não consegui olhá-lo nos olhos. Me contive, deu tempo de raciocinar e ver que chorar na frente dele não iria diminuir nada, eu só teria ainda mais trabalho de explicar o porquê do chorôro.
Queria me livrar disso tudo, mas eu acho esse sentimento tão lindo que eu alimento. Pode me chamar de burra, de idiota, e pode chamar o meu amor por ele de "adolescência", "fase" ou "revolta". Mas é amor mesmo. E eu estou aqui agora, escutando uma música deprimente, lembrando dele e escrevendo, ou tentando escrever. Ainda estou contendo as lágrimas, algumas decidiram cair, só que eu ainda não achei nenhuma maneira de tirá-lo de mim. Nem vou achar. Tanta gente pra gostar, tanta, mas de tanta gente, eu me sinto tão dele. E eu vou ser, sempre, sem que ele saiba.
Droga, quando a gente ta apaixonado, a gente fica assim!
E quando ele fala mansinho bem pertinho de mim e depois me dá um beijo no rosto? A compostura que me sobra desaparece em frações de milésimos, nem são segundos. São tantos os efeitos que ele me causa, que hoje eu quase chorei depois que me despedi dele. Perco toda a noção, fico com vontade de agarrá-lo, beijá-lo ali mesmo e me declarar. NÃO POSSO. Não devo. Preciso descartar essa hipótese. Por quase chorar, sumiram-me todas as palavras e só saíram sílabas sem sentido algum, risadas de canto, viradas de lado com a cabeça e não consegui olhá-lo nos olhos. Me contive, deu tempo de raciocinar e ver que chorar na frente dele não iria diminuir nada, eu só teria ainda mais trabalho de explicar o porquê do chorôro.
Queria me livrar disso tudo, mas eu acho esse sentimento tão lindo que eu alimento. Pode me chamar de burra, de idiota, e pode chamar o meu amor por ele de "adolescência", "fase" ou "revolta". Mas é amor mesmo. E eu estou aqui agora, escutando uma música deprimente, lembrando dele e escrevendo, ou tentando escrever. Ainda estou contendo as lágrimas, algumas decidiram cair, só que eu ainda não achei nenhuma maneira de tirá-lo de mim. Nem vou achar. Tanta gente pra gostar, tanta, mas de tanta gente, eu me sinto tão dele. E eu vou ser, sempre, sem que ele saiba.
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